Quarta-feira, Outubro 14, 2009
Terça-feira, Outubro 13, 2009
Imagina
Imagina que estas en una habitación. No está nadie, ni nada estas solo pero escuchas algo. No lo consigues oír. Es como un zumbido pero no lo es. Sientes que es un montón de gente hablando contigo al mismo tiempo pero de lejos, y siempre que intentas concentrar en uno de los sonidos en particular paras de los escuchar. Y cuando intentas distraerte de no los oír se queda más alto ese sonido y mas imperceptible. Te quedas cada vez más loco. Cada vez más sordo, pero cada vez más atento. En el fin piensas que no pasa todo de una tortura a tu celebro. Hasta que llega el momento final. Y las paredes exploten del volumen del sonido y descubres que al final estabas dentro de un parlante.
Segunda-feira, Outubro 12, 2009
I am in an airport
I am in an airport. People here come and go… as in any place. It’s incredible how you meet people and how you forget about them in a second. Like the clerk from the check in office. He was there… I met him and it’s another blur. If see him again I wouldn’t recognize him and though we had a conversation, his voice his way of talking is all forgotten. It’s interesting what are brain tells us to remember and what not. For instance I remember well the sexy lady on the counter of Vodafone, the pretty baby that cried on her carriage in front of swatch, the Asiatic couple that was sitting next to me and went to the Rome flight, the English guy talking loudly on his telephone… but the rest I forgot… the rest is just a blur. 5 minute relations… and though there is a theory that no one is separated for more than 6 degrees, I still don’t see where I can be related with any of these people. It is strange how the world is so big and so small at the same time. These 5min people are just extras of our life “film”. Thus each one of us is in a way an extra to someone’s life “film”. And people say that they are important… that they are unique. We are just a bunch of extras. Bah!
Sexta-feira, Junho 12, 2009
Poema feito na aula de matemática
I saw it!
I couldn’t believe my suffering
It was all the pain I could get
All in one dream
The dream of death.
The death of dream.
It’s all at realm.
All in the head
Come and make it near
Right in my ear!
All to be and nothin here.
All to be…
All to be…
It’s all sincere.
The touch of love in death.
The touch of death in sex.
The touch of sex in death.
Let’s die and be happy.
Let’s live and be sexy.
The truth is between.
Be yourself in death
There is no truth in here.
It is between
Sexta-feira, Junho 5, 2009
Duas Musicas
Zé mané
Anormal! Vai me fazer un bacanal!
Mas que legal, fenomenal!
Zé mané voce tem cara de chulé
Zé mané voce tem cara de chulé
Zé mané voce tem cara de chulé
Oh Zé mané!
Eu vou te dar porrada!
Vou te quebra a cara!
E voce vai me fazer uma mamada!
Oh Zé mané!
Voce vai bate num poste,
Vai ficar com ma tara
Vai manera a Silmara
E e eu vou te da com uma vara!
Matemática:
Back sound
MATEMATICAH
MATEMAICAH
Vou me injecta
Vou me droga
Vou me injecta
Vou me droga
Desde criancinha
Bem pequinininha
Todo drogadão
E faz bem pro coração
Cherá, fumá, injecta
Cherá, fumá, injecta
Quando ta grandão
Fica mais doidão
vè tudo ao quadrado
Inclusive frango assado!
Quarta-feira, Junho 3, 2009
On the back of a Math Formulary
You can take it alnight
I have been here for you.
I’m looking for the sun
the carrier of the burn,
the sole keeper of me.
Don’t step on my shadow
It won’t be meadow
just plain trees to see.
You’re the heek of my knees
the sheep of all keys.
Grab me, keep me without sleap.
Desert me of my dreams your jelocy is shameful
My sin painful.
My sin is LOVE!
(written in 2002)
Sexta-feira, Dezembro 19, 2008
Shiministim
http://december18th.org/
Segunda-feira, Dezembro 8, 2008
Aula de RTT
Sábado, Dezembro 6, 2008
Alone
Alone.
Alone in Space
Alone in Earth.
Alone in an Ocean
Anone in a Sea
Alone in a River
Alone in a Stream.
Alone in a Continent
Alone in a Country
Alone in a Region or State
Alone in a City
Alone in a Neighborhood
Alone in a Street
Alone in an Alley.
Alone in a Farm
Alone in a Mansion
Alone in a House
Alone in an apartment
Alone in a room
Alone in a Hen House
Alone in a Dog House.
Alone in a crowd
Alone in a party
Alone in a disco
Alone in a bar
Alone in a corner.
Alone, doesn’t matter Were
Alone, doesn’t matter How
Alone in Life
Alone in Death.
Alone.
Sexta-feira, Dezembro 5, 2008
“Na Tenda com TPM” ou “Ricardo é Corno” ou “Vila Nova de Mil Fontes”
Esta história aconteceu num pequeno camping em Vila Nova de Mil Fontes. Ela não é muito sobre o que se passou connosco mas mais sobre o que se passou a nossa volta.
1º Dia: Ao chegarmos a Vila Nova, o ar estava pesado, apesar de haver um belo sol no horizonte que nos fazia pensar no belo dia de praia que teríamos pela frente.
Após uma pequena volta pela cidade, nós decidimos ir ver como estava um dos dois parques de campismo presentes na cidade. Além de mim(Pedro/FlameKoRn/Cheiroso/Balde de Merda) estava, o Gonçalo(Xico), o Diogo(Frangolho), o Ricardo(Escoteiro), o Tiago(Picanço), e o Gonçalo(PJ/Homem do Gel). Tentamos extrair alguma informação do segurança(Cabeça de Merda/Estupido do Caralho/ou qualquer insulto que venha na vossa cabeça), mas da cabeça daquele senhor só saiu um: “Temos sombra das 9 da noite ate as 6 da manhã garantido!”, ao que o Escoteiro foi o único a achar graça, e foi só durante os 5 segundos antes de começarmos a falar mal do senhor. Decidimos então tentar o segundo acampamento, ao qual ao menos o segurança(Policia do Som/Inspector Decibel) disse que era obrigatório da parte dele nos mostrar o parque. Esse facto nunca aconteceu. Após registrarmos tivemos conhecimento de que um guia nos levaria ao nosso local. Esse guia foi super prestativo. Ele subiu em sua bicicleta e sem dizer uma palavra para nós zarpou! Nós tivemos de amanhar para saber por onde ele ia. Só o alcançamos no local onde eramos para ficar. Montamos a tenda ao lado de três casais e foi ai que a nossa vida começou a se alterar… Ao montarmos a tenda, já se ouvia o som da guitarra desafinada de um deles o que poucos se aperceberam ja que de outra tenda vinha um som muito marcado, trance. Tivemos uma noite sem eventos, a não ser a uma maluca que dançava como se fosse o fim do mundo na discoteca e que ia buscar a sua bebida ao bar como uma locomotiva.
2º Dia: Acordamos todos as 10 da manhã ao som de gritos de “Ratatui” e “Sapinho” vindos de uma tenda ao fundo, e lá para o meio-dia não se conseguia mais tentar dormir já que o trance já bombava como loucura, foi a primeira vez na minha vida que achei que precisava de uma pastilha para acordar, felizmente não cometi essa loucura! Após um dia de praia em que começamos tarde, visto que o dia estava feio, montamos a tenda do Xico, já que caros leitores descobri que ressono (mas pelo que perguntei por ai é só a fazer campismo) e foi aí meus caros leitores que eu me posicionei num lugar estratégico. A tenda foi colocada exactamente nas costas dos nossos caros vizinhos que tocavam guitarra desafinada. Outra coisa que passamos a notar não só neste dia, mas nos dias seguintes, foi a quantidade de casais que saíam juntos de dentro dos chuveiros. As vezes tínhamos de esperar mais tempo só para esperar os casalinhos “terminarem”.
3º Dia: Eram 9:30 da manhã e estava eu tão bem a dormir quando acordei ao som de gritos, achei que era o fim do mundo, mas não, era o Ratatui… Parece que o Sapinho não tinha acordado ainda e o idiota do cara não parava de gritar: “SAPINHO!!! PRAIA!!!! ACORDA AGORA OU VIRO ESSA TENDA!!! PRAIA!!!”. Após essa algazarra toda, depois de o Sapinho acordar, não consegui dormir, pois o caos tinha gerado na tenda atrás de mim. Ao que parece a Nadia tinha bebido um copo de leite da Rita(TPM) e além disso tinha comido todos os paios. Assim a TPM estava, com a sua bela voz que parecia uma mistura de galinha nervosa com corvo em fúria, aos altos berros a reclamar com o seu Filipe(otário qualquer que não consegue arranjar melhor namorada do aquela), “Oh Filipe, ela comeu os paios todos! E agora só temos pão com queijo! E tomou um copo de leite! Aposto que ela não vai nem pagar pelo leite! Não consigo viver assim Filipe! Essa miúda é impossível!”. Nesse dia estávamos todos a dormir na praia, ao menos tentavamos, quando derrepente acontece! “OLHA AS BOLAS DE BERLIM E O PÃO COM CHORIÇO!!! É A ÚLTIMA VIAGEM!! SE NÃO COMPRAREM É SÓ AMANHÃ!!!”. Era só o vendedor da praia… mas mais parecia o fim do mundo… Todos que estavam a dormir deram um salto de susto, se fosse ensaiado não sairia tão perfeito. Nessa noite ao sairmos da discoteca encontramos o primeiro engraçadinho da viagem, já na companhia da Diana(Phoebe/Janice), que tinha chegado um pouco mais cedo vindo num shutle directo do Porto, íamos a passear na rua a voltar para o acampamento quando um grupo de bêbados começa a perguntar como estava a discoteca, nisto um deles se joga no chão a frente do Frangolho, pena que o Frangolho não estava bêbado o suficiente e se conteve, não o pisou. Foi ao chegar à tenda que tivemos o primeiro encontro com o mítico Inspector Decibel. Estávamos nós no chill out, com o Frangolho a tocar guitarra, quando eis surge o homem, todo nervoso a dizer que não poderíamos tocar guitarra a essa hora… Nós é claro achamos incrível já que o som do trance costumava-se ouvir a partir das 10:30 da manhã e aquela hora muito se ouvia o barulho ao longe de pessoas a gritar. Quando ele saiu, fomos dormir após muito gozar com o homem fazendo músicas de uma nota só para ver se ele vinha.
4º Dia: Neste dia nada demais aconteceu além da chegada do João(Amigo da Cerveja). Já a noite, quando íamos sair para o bar(sim o dia foi tão chato que nem a disco fomos) Soubemos pela nossa amiga da bela voz, TPM, que a Nadia tinha ido embora! E o Pedro estava um caos! Ao que parece ele teria tentado ir atrás dela. E agora TPM não dormia com preocupações de o Pedro não voltar mais. A partir deste dia o people que estava a nossa volta começou a mudar, primeiro com a saída do pessoal da tenda do trance. Depois vários jovens chegaram e começaram a animar o ambiente. O que gerou uma certa tradição. Agora sempre entre as 23 e a 0 havia um barulho inconfundível de gritos, macacadas, passaradas e tudo o que se pudesse relacionar com barulho. À meia-noite só se via o Inspector Decibel louco a andar pelo parque a pedir todos para pararem. Num desses dias, já não me lembro mais qual(por isso escrevo aqui), ouviu-se umas miúdas a gritarem: “E esta merda é toda nossa allez” e do nada ouve-se um “CALA-TE OH MINHA GRANDA PUTA”. Quando voltamos do bar, tentamos mais uma vez em ter um momento de chill out, fomos desta vez interrogados pelo amigo do Inspector Decibel, o segurança n.º 2(Amigo Gordo). Que não só era mais impressionável, como nos ameaçou que se continuássemos a fazer barulho, “Da Próxima vez seria pior!”.
5º Dia: No dia seguinte acordei sabendo que o Pedro afinal tinha ido só até a praia e que TPM estava com um escaldão. Como vocês podem adivinhar ela não foi a praia com os outros, já que seu escaldão era no cu! Depois de fazer birra como o caraças conseguiu convencer os outros de que não conseguiria ir a praia de jeito nenhum e ficou só na tenda. Mais tarde quando ia eu a sair para a praia, vi ela confortavelmente sentada em cima do dito escaldão fazendo depilação das suas pernas. (Afinal escaldão no cu é quase igual a pernas com pelos). Outro grande acontecimento desse dia foi a chegada de duas meninas, Vera(Gótica/Pastilhada) e Rita(Vaca/…) que puseram a tenda perto da tenda do Frangolho, o que nos deu a informação de que Vera tinha pouca experiência com relacionamentos e Rita tinha um namorado chamado Ricardo(Corno). À noite tivemos mais encontros com engraçadinhos, na disco, Phoebe teve que aturar com um tipo que tentou contar uma piada: “Um rato engordou muito para hibernar, engordou tanto que ficou lá preso. Entretanto, ele queria sair, mas sabia que havia um gato lá fora, que o queria comer. Ele foi emagrecendo, e ouvia o gato miar, o gajo sabia que se saísse morria… até que um dia ouviu um latido: “È um cão a comer o gato penso ele”, o rato saiu e entretanto o gato apanhou-o. Antes de ser comido, o rato perguntou ao gato: “Então, o cão não te comeu?” e o gato respondeu: “não tinha aqui nenhum cão… eu é que sei falar duas línguas!”. Já eu e o Xico tivemos de aturar com outra piada: “O que é uma estrela vermelha? Um meteorito com menstruação!”.
6º Dia: Outro dia sem grandes eventos a não ser que descobrimos que um dos nossos vizinhos tinha roubado a placa de anuncio do show do circo, da focas e tubarões e estava ali a usar aquilo como bandeira do seu grupo. À noite, mesmo tentando convencer as pessoas a sair, só eu e o Frangolho fomos a disco, já que os outros queriam ir para cama por que era o último dia. Chegando lá encontramos as nossas vizinhas, Pastilhada e Vaca, a dançar. Não faltou muito, Vaca estava a se fazer que nem louca a um dos rapazes e não foi pouco até ela estar a comê-lo. Pouco depois de chegarmos ao acampamento chegaram elas, sozinhas. Ao voltar da casa de banho cruzei com elas e com outros caras a caminho da casa de banho. O Frangolho me disse quando eu cheguei na tenda que um dos caras tinha convidado ela a jogar a sueca mas nunca soubemos se elas aceitaram.
No dia seguinte partimos de volta. Felizmente deixamos as histórias dos outros para trás e estamos todos agora vivendo calmamente.